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<title>arquichatos</title>
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<description>a arquitectura é chata e os arquitectos desempregados também</description>
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<title>Arquitectos invisíveis</title>
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<description>Este texto teria de facto actualidade, não fosse o ponto 7, em que sacode a água do capote, como se a culpa do estado da arquitectura em Portugal fosse só dos outros. Do estado da arquitectura em Portugal é também responsável a Ordem que nos representa. Que desperdiça forças na criação de dificuldades aos novos arquitectos em lugar de contribuir para a criação de condições para a revogação do 73/73. Não é com petições à Assembleia da República que se lá vai. Ou acham que os autores de 80% dos projectos de arquitectura em Portugal vão largar da mão os...</description>
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<dc:creator>arquichato</dc:creator>
<dc:date>2005-10-13T11:47:14+00:00</dc:date>
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<title>Arquitectos à Bolonhesa</title>
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<description>Vejam o documento produzido pelo grupo coordenado por Domingos Tavares sobre a aplicação do processo de Bolonha ao ensino da arquitectura em Portugal. A introdução é politicamente correcta: queremos o Arquitecto pleno de capacidades de síntese e de saber integrado, pleno de responsabilidade social, e queremos formações comparáveis em toda a Europa, e queremos mobilidade dos estudantes, e queremos uma Europa competitiva… depois lá vem que o Arquitecto deve ter conhecimentos em desenho, ciências sociais e ciências da construção. Até aqui tudo bem, mas depois começa a baralhar arquitecto com arquitecto paisagista e com urbanista (há quanto tempo as três...</description>
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<dc:creator>arquichato</dc:creator>
<dc:date>2005-04-14T08:02:58+00:00</dc:date>
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<title>As regras da casa</title>
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<description>Há poucos anos a Ordem dos Arquitectos deu início aos processos de acreditação dos cursos de arquitectura portugueses e a uma grande trapalhada. Exemplo: estudantes das universidades X e Y mudaram para a universidade Z que lhes garantia ingresso automático na Ordem, sem passarem pelo (v)exame. Os primeiros escaparam, mas a Ordem não estava a dormir, a Ordem nunca dorme... já lá vêm novas e especiais regras para os que fizeram 3 anos na universidade X e acabaram a licenciatura na Z, para os que fizeram 4 anos na Y e mudaram para a Z, para os que andaram pela...</description>
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<dc:creator>arquichato</dc:creator>
<dc:date>2005-01-15T23:23:10+00:00</dc:date>
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<title>O fazedor de cidades</title>
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<description>Pode dizer-se que até aos anos 70 do séc.XX, o arquitecto, ou o urbanista, era chamado à resolução dos grandes problemas urbanos e ao desenho do território à grande escala. Todos estudámos os planos de Corbusier, de Paris a Chandigarh, e tudo o que se seguiu. Bem ou mal, o arquitecto era o fazedor da cidade. Pelo menos assim gostamos de pensar. Hoje, quando se trata das grandes decisões estruturadoras do território, não somos consultados. Primeiro chamam-se os políticos, os banqueiros, os economistas, os juristas, os engenheiros de tráfego ou civis. Ninguém pergunta ao arquitecto opinião sobre uma auto-estrada, um...</description>
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<dc:creator>arquichato</dc:creator>
<dc:date>2004-10-26T18:56:30+00:00</dc:date>
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<title>O caso do funcionário</title>
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<description>O caso do funcionário arquitecto da Câmara X que faz projectos (fora das horas de serviço, claro) para a Câmara Y, onde existe outro funcionário que é seu sócio e que faz uns projectos para a Câmara X. Assim é que está o título completo. Mais uma situação não prevista nos regulamentos. No entanto ela é deontologicamente errada e socialmente injusta. Não se vislumbra solução, a não ser que se consiga proibir os funcionários públicos de trabalhar, digo, de trabalhar fora, digo de trabalhar fora das horas de serviço, digo, de trabalhar fora das horas de serviço em projectos privados....</description>
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<dc:creator>arquichato</dc:creator>
<dc:date>2004-07-22T09:17:28+00:00</dc:date>
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<title>Susceptível de violar</title>
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<description>Li e reli esta notícia (do Público de 2004/07/21, transcrita abaixo) até entender as voltas que um parecer do Conselho de Disciplina pode dar. Tratava-se de saber se, num determinado caso concreto, é deontologicamente correcto que um arquitecto seja simultaneamente autor de um grande projecto privado e do respectivo Plano Director Municipal. Se julga que sabe a resposta, leia outra vez: a situação «é susceptível de violar o estatuto e o Regulamento de Deontologia da OA» sem contudo os violar inequivocamente, já que «a intervenção nas equipas de planeamento da administração pública (...) não é incompatível com a elaboração de...</description>
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<dc:creator>arquichato</dc:creator>
<dc:date>2004-07-22T04:06:39+00:00</dc:date>
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<title>Agora sou leigo</title>
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<description>Chegou o blogue de arquitectura adulto, que agenda o que interessa. Alguns dos assuntos propostos têm sido levianamente abordados por outros blogues, mas este propõe-se fazê-lo de forma organizada. Espero que venha a ter participação de não-arquitectos. Se não tiver, não há que temer, porque há várias categorias de não-arquitectos. Eu, por exemplo: já fui arquitecto, mas agora sou leigo (e desempregado... e chato...)...</description>
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<dc:creator>arquichato</dc:creator>
<dc:date>2004-07-15T07:58:50+00:00</dc:date>
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<title>A estratégia</title>
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<description>Esta imagem do Plano Estratégico de Lisboa é das mais hilariantes que já vi. Afinal a ideia é transformar Lisboa num pólo aglutinador seja lá do que fôr, por contraponto ao centro da Europa. Lisboa, século XVI, perdão, século XXI, capital do Atlântico. Lembrei-me do livro «Pensar Lisboa» escrito por J. P. Martins Barata nos anos 80. Logo a abrir descreve uma fotografia nocturna da Europa, obtida do espaço. Por muito que nos custe, Portugal é a periferia das periferias e a orla marítima onde se situa Lisboa e outras cidadezinhas não passa de uma fraca lâmpada ao fundo do...</description>
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<dc:creator>arquichato</dc:creator>
<dc:date>2004-06-24T18:54:17+00:00</dc:date>
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<title>Lisboa está em todas</title>
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<description>Escrito há 15 anos, o livro «Pensar Lisboa» continua com conteúdo actual. Nele se analisam as múltiplas causas que provocaram os problemas urbanísticos da cidade, que não é apenas o concelho e muito menos os bairros ditos tradicionais, mas a área metropolitana. O autor avisa que a doença se agravará e que não haverá curas milagrosas nem soluções concretas que não se insiram em acções de longo prazo. E relembra que a missão dos políticos é fazer política no sentido original da palavra e não no sentido partidário em que se transformou. Contudo, quanto mais anos passam mais a ideia...</description>
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<dc:creator>arquichato</dc:creator>
<dc:date>2004-06-24T18:47:48+00:00</dc:date>
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<title>Gente Feliz...</title>
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<description>...com um curso de Arquitectura A Guida enviou-me para a caixa do correio este texto com o qual não posso estar mais de acordo: «Quisera Alguém lá em cima e já há mais tempo me teria chegado a coragem para escrever no vosso blog. Há um tema que julgo essencial debatermos já que, como reparei, grande parte dos vossos leitores são estudantes ou estagiários, essa espécie em multiplicação assistida a que pertenço. Por mais estranho que pareça eu sou das poucas estagiárias que não estou contra o número de estudantes de Arquitectura que anualmente invadem todas as faculdades. Talvez porque...</description>
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<dc:creator>arquichata</dc:creator>
<dc:date>2004-06-17T01:05:56+00:00</dc:date>
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<title>Lá como cá</title>
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<description>Segundo este sítio, a comissão que vistoriou o terminal 2E do aeroporto de Roissy, constituída por um arquitecto, um oficial sapador-bombeiro (qual será a formação deste?), um engenheiro de equipamentos (de ar condicionado?) e um responsável da polícia, encontrou os seguintes defeitos que a impediram de licenciar o edifício à primeira: «sistema informático não certificado» e «ligação telefónica incompleta»......</description>
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<dc:creator>arquichato</dc:creator>
<dc:date>2004-05-24T18:50:28+00:00</dc:date>
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<title>Mais metro</title>
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<description>Porque é que se teima em prolongar as radiais da rede de metropolitano e não se fazem circulares? Repetem-se os erros urbanísticos que se passam à superfície......</description>
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<dc:creator>arquichato</dc:creator>
<dc:date>2004-05-17T00:40:29+00:00</dc:date>
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<title>Andar de metro</title>
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<description>-» Linha Gaivota (tarjeta azul) -» Linha Azul (tarjeta azul) Não fumadores (tarjeta vermelha) -» Saída (tarjeta verde) -» Rato (tarjeta amarela) -» Rato (tarjeta azul com risca amarela) Proibida a passagem (tarjeta verde) São só alguns exemplos de indicações gráficas que transformam a rede de metropolitano de Lisboa na maior confusão. Qualquer pessoa idosa, ou que veja mal, ou estrangeira, ou estreante, terá dificuldades de orientação. Já várias vezes ajudei pessoas a encontrar o caminho. E teria sido fácil. Era só copiar a risca horizontal que o Keil do Amaral desenhou para as estações mais antigas (à semelhança do...</description>
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<dc:creator>arquichato</dc:creator>
<dc:date>2004-05-17T00:32:57+00:00</dc:date>
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<title>Referendo</title>
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<description>O Barnabé fartou-se de escrever sobre torres em Lisboa e sobre o referendo que o Santana Lopes diz que quer fazer....</description>
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<dc:creator>arquichato</dc:creator>
<dc:date>2004-04-23T01:11:16+00:00</dc:date>
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<title>O preço do arquitecto</title>
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<description>Este rapaz aqui quis saber quanto ganha um arquitecto. Fiquei a saber por este outro rapaz que um arquitecto cobra (ou devia cobrar) 50 euros por hora. Neste número estão incluídas despesas estruturais, de gestão e com material. Descontemos então os usuais 30% para essas despesas e ficamos com um valor de 35 euros por hora. Trinta e cinco? Isso é em que país? Os arquitectos que eu conheço, quando têm trabalho, dividem-se em duas categorias: os que trabalham por conta própria e passam recibos verdes aos clientes, e os que também trabalham por conta própria, mas passam recibos verdes...</description>
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<dc:creator>arquichato</dc:creator>
<dc:date>2004-04-12T17:10:50+00:00</dc:date>
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